Adeus Angélico


Já virão como a vida é curta demais?
Num dia temos tudo e noutro.. Esse tudo simplesmente desaparece..
Não me passa ao lado o que aconteceu com o tão famoso actor/cantor, até me perturba ver que não adianta ter uma vida de luxo, ter isto ou aquilo, que tudo pode mudar num ápice de segundos.
E agora? Que lições podemos tirar com este trágico final?
São várias as lições, eu tenho as minhas. algumas serão iguais ao que voçês pensam, outras diferentes..
Um carro top de gama, velocidade máxima 330, autoestrada.. 3h30 da manhã com possibilidade mínima de encontrar a Polícia..
Excesso de velocidade? Álcool?Falta de responsabilidade? Da parte de quem?
No código da estrada a velocidade máxima praticada por lei na autoestrada é 120, será que iam a esta velocidade?..
Sinto pena, por ver que todos os dias dezenas de pessoas infringem a lei do código da estrada, e por isso, em muito dos casos, as pessoas desaparecem.. E a pessoa é a própria culpada do desaparecimento.
Aqui?.. Uma pessoa faleceu logo. Quando foi o funeral? Sabem? E a rapariga, como está ela realmente?..
"O que levava cinto safou-se" - serve para nos alertar também, mas por vezes o cinto também prejudica..
È raro não usar cinto atrás.. Mas e á frente?! Podiam ser as horas que fossem da noite, o carro podia ser tão caro que o significado que se tira é "altamente seguro" , mas isto impede o uso do cinto, de segurança? 
Outra lição, não é só com os carros velhos que as coisas acontecem..
Lá por ser um carro com 4000 de cilindrada não quer dizer que é invencível.
Duas pessoas desapareceram, uma ouve-se falar, da outra sabemos o mínimo. 
Conseguem imaginar o sofrimento daquelas mães?
Dói..
Quem irá acartar com as despesas todas?
O dono do stand.. Já pensaram no que ele está a passar? Na irresponsável que foi em ter emprestado um carro sem seguro?.. Ás vezes tomamos determinadas atitudes porque são nossos amigos, mas temos de ponderar que pode acontecer alguma coisa..
Só se pode tirar um aspecto positivo: a doação de órgãos.


2 comentários:

  1. Quem somos nós para julgar os outros? Todos temos, todos os dias, todos os segundos a vida por um fio e quem está agora a dar uma de certinho e educador, são provavelmente aqueles que andam na estrada de cinto posto, mas por vezes se esquecem de parar na passadeira ou passam um sinal vermelho... Isto acontece a qualquer pessoa que conduza com regularidade. Eu sou apologista do uso do cinto, sempre, mas não me sinto ninguém para julgar aquilo que todos já fomos aos vinte e tal anos!
    A vida é muito ténue, muito frágil e não vejo utilidade em comentar que pelo menos ficam os órgãos para doação. Não estamos livres que isso aconteça um dia a um filho nosso, e talvez aí, não gostássemos que os órgãos fossem para doação. Os meus, não e importaria, mas os de um filho, talvez não quisesse.

    xoxo
    Lux

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  2. É realmente triste pensar como tudo pode desaparecer num segundo. Nós não somos nada, é uma verdade, mas também por vezes sujeitamo-nos um pouco ao azar com a nossa irresponsabilidade. Infelizmente coisas destas acontecem todos os dias, mas pode ser que as pessoas ficam mais conscientes dado o mediatismo deste acontecimento.

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